• Marí compensa cansaço com motivação e elogia jeito de Jesus
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  • Guilherme


O "jeito Jorge Jesus" virou assunto no Flamengo desde a bronca do treinador em Reinier após a vitória sobre a Chapecoense no último domingo. Em entrevista coletiva na manhã desta quarta-feira, no Ninho do Urubu, Pablo Marí saiu em defesa do "estilo Mister de ser", citando o próprio caso como exemplo:

– É capaz de um minuto após o jogo corrigir e melhorar. É para poucos. O Mister mudou a minha vida em três meses. Se ele não treinasse da maneira que treina, não teria tirado o melhor de mim. Temos que agradecer que temos um belíssimo treinador. (...) O Mister tem conseguido nos passar muito bem o que quer em cada partida. Se parece muito com o que passa na Europa.

Contratado da Segunda Divisão da Espanha com aval de Jesus, Pablo Marí rapidamente se firmou no Flamengo e não saiu mais do time desde que estreou. Já são 16 jogos seguidos sem sequer ser substituído. O zagueiro espanhol admite desgaste, mas diz que compensa com a motivação:

– Cansando, evidentemente, estou. Não estava acostumado a jogar tantas partidas seguidas, domingo e quarta, mas tenho gana de seguir. Quando jogo pelo Flamengo esqueço que estou cansado. Quero muito ajudar a equipe.

Confira outras respostas de Marí:
Sequência de jogos
– Tenho sorte que o clube e o elenco me acolheram muito bem. Desde a estreia contra o Botafogo depositaram confiança em mim e ganhei sequência. Agora é a fase mais difícil. Temos que seguir trabalhando e nos preparando

Rhodolfo ou Thuler?
– Já mostramos que temos um elenco forte. Qualquer um pode jogar. É um momento que necessitamos de todo o elenco. Todos são importantes. Quem entrar na zaga tenho certeza que cumprirá seu papel.

Experiência sul-americana
– É diferente jogar aqui. Há um ano eu estava na segunda divisão da Espanha. Agora vou jogar uma semifinal de Libertadores. É fruto do trabalho do dia a dia, trabalhando forte e desfrutando do futebol. Jogar no Flamengo tem sido muito bonito.

Faltas sofridas
– Temos recebido muitas faltas. É uma das armas dos adversários para tentar parar nosso jogo. Temos que jogar nosso futebol e confiar no trabalho da arbitragem. Não podemos depender dos outros. Temos que fazer a nossa parte

https://globoesporte.globo.com/futebol/times/flamengo/noticia/pablo-mari-mostra-confianca-em-rhodolfo-e-thuler-no-flamengo-e-se-prepara-para-fase-mais-dificil.ghtml